PACIENTE DE 19 ANOS É ISOLADA POR SUSPEITA DE MONKEYPOX EM MOSSORÓ

Foto: Ministério da Saúde/Reprodução

Uma paciente de 19 anos está em isolamento por suspeita de caso de monkeypox em Mossoró. Apesar da suspeita, a Prefeitura de Mossoró informou, nesta terça-feira (24), que não há caso confirmado de monkeypox no município, e que aplica à paciente em isolamento os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró, a paciente deu entrada em Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na última sexta-feira (20), e desde então tem o seu quadro clínico em observação. A paciente está em isolamento em leito clínico, e seu quadro é estável.

Ainda segundo a pasta, os exames laboratoriais foram realizados e encaminhados para Natal para análise. A previsão do resultado é para está quinta-feira (26).

A paciente segue em acompanhamento pela SMS de Mossoró, e aguarda leito para que seja transferida para o Hospital Rafael Fernandes, onde seguirá em observação.

Monkeypox no Brasil

A monkeypox, ou mpox, é uma doença viral transmitida principalmente por contato direto com lesões, secreções ou materiais contaminados. No Brasil, os casos são monitorados por meio de vigilância epidemiológica, com notificação obrigatória, testagem laboratorial e isolamento de pacientes suspeitos ou confirmados, conforme protocolos do Ministério da Saúde.

Em geral, a doença apresenta sintomas como febre, mal-estar e lesões na pele, com evolução predominantemente leve na maioria dos casos. As autoridades de saúde reforçam a importância da identificação precoce e do acompanhamento médico para reduzir a transmissão e garantir o manejo adequado dos casos em investigação.

O Ministério da Saúde orienta que os casos suspeitos sejam imediatamente notificados às autoridades sanitárias, com realização de isolamento do paciente, coleta de amostras para exame laboratorial e acompanhamento clínico até a confirmação ou descarte do diagnóstico.

A pasta também recomenda evitar contato direto com lesões e objetos contaminados, reforçar a higiene das mãos e procurar atendimento de saúde ao surgirem sintomas como febre, mal-estar e erupções cutâneas, a fim de reduzir o risco de transmissão e garantir o manejo adequado dos casos.

Tribuna do Norte