
O Banco Central confirmou a retirada gradual das cédulas da primeira família do real, lançadas em 1994, mas esclareceu que o dinheiro em papel continua válido e pode ser usado normalmente em todo o país. A medida faz parte de um processo natural de substituição das notas mais antigas por versões mais recentes, sem qualquer impacto imediato no poder de compra do cidadão.
As cédulas afetadas são as primeiras versões do real, nos valores de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100. Elas estão em circulação há mais de 30 anos e vêm sendo substituídas gradualmente pelo sistema bancário.
Segundo o Banco Central, essas notas continuam tendo valor legal e podem ser usadas normalmente em pagamentos, compras e depósitos.
O que muda na prática é que, quando essas cédulas retornam aos bancos, podem ser retiradas de circulação e substituídas por notas mais novas. Isso acontece de forma automática, sem necessidade de troca pelo cidadão.
Não há determinação para que a população faça qualquer tipo de substituição imediata, nem qualquer risco de perda de valor das cédulas antigas.
O comércio e os bancos seguem obrigados a aceitar as notas enquanto estiverem em circulação.