
A 11ª Zona Eleitoral do município do Agreste julgou improcedente nesta quinta-feira (18) a AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) da oposição, movida pela coligação Unidos pelo Trabalho, pelo ex-prefeito Wilsinho Ribeiro. A juíza Daniela do Nascimento Cosmo decidiu em concordância com o parecer do Ministério Público Eleitoral, que não constatou irregularidades no pleito de 2024.
Na decisão, a juíza relata que as movimentações financeiras identificadas são de baixo valor, não correspondem com a lista do print apresentado e não foram vinculadas ao custeio de atos de campanha. Também não foi encontrado conhecimento dos candidatos Leandro Varela dos Santos e Erivan de Souza Lima de arrecadação irregular, omissão relevante de despesas na prestação de contas ou utilização de recursos.
Na ação, a juíza relata que “A cassação de diploma e a declaração de inelegibilidade constituem sanções de elevada gravidade, somente admissíveis diante de prova robusta e inequívoca. Em matéria eleitoral sancionatória, não se admite condenação fundada em presunções, conjecturas ou elementos probatórios frágeis. Assim, considerando o conjunto probatório produzido, bem como o parecer final do Ministério Público”.
“Foi feita a vontade de Deus e do povo. A justiça decidiu manter o desejo de mudança que teve na cidade em 2024, o voto do povo que precisa de uma gestão que tenha compromisso de verdade. Agradeço a Deus por tudo, ao nosso time jurídico, todos da nossa equipe, vereadores, servidores, pelas orações para nosso trabalho continuar, seguir avançando com tanto que nossa Canguaretama precisa”, agradeceu o prefeito Leandro.
Rudimar Ramon