VANTAGEM DAS MULHERES NOS ESTUDOS ENCOLHE NO RN APÓS QUASE 10 ANOS

As mulheres continuam com maior tempo médio de estudo que os homens no Rio Grande do Norte, mas essa diferença vem diminuindo ao longo dos últimos anos. É o que mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, as mulheres potiguares com 15 anos ou mais acumulavam, em média, 10 anos de estudo em 2025. Entre os homens, a média foi de 9,4 anos. A diferença atual é de 0,6 ano.

No início da série histórica, em 2016, a distância era maior. Naquele ano, as mulheres estudavam, em média, 0,9 ano a mais que os homens no estado. Desde então, o intervalo entre os dois grupos vem diminuindo gradualmente.

O estudo também mostra que o tempo médio de escolaridade das mulheres permanece acima da média geral da população potiguar, que ficou em 9,7 anos em 2025.

Quando o recorte considera apenas pessoas com 25 anos ou mais, a vantagem feminina continua presente. Nessa faixa etária, as mulheres acumulam, em média, 0,8 ano de estudo a mais que os homens.

Na capital e na Região Metropolitana, o cenário é diferente. Em Natal, homens e mulheres registraram a mesma média de 10,6 anos de estudo. Já na Região Metropolitana, ambos os grupos alcançaram 10,8 anos, indicando equilíbrio nos indicadores de escolaridade.

Os dados fazem parte do módulo de Educação da Pnad Contínua, levantamento utilizado pelo IBGE para monitorar indicadores educacionais em todo o país.

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